17 maio, 2008

Avanço do designe -inteligente leva maior defensor de DARWIN ao desespero.

O biólogo inglês Richard Dawkins, maior ícone do evolucionismo, apela no seu novo livro, atacando com fracos argumentos Deus e qualquer tipo de fé.
A obra de Dawkins é uma síntese do que há de pior no fundamentalismo liberal de nossos dias.
O biólogo inglês Richard Dawkins, eleito recentemente pela publicação britânica Prospecto Magazine um dos três intelectuais mais importantes do mundo (junto com Um perto Eco e Noam Chomsky, dois liberais, o que mostra muito claramente a mentalidade prevalecente em nossa época), continua sua onda de ataques à religião como se fosse esta o maior mal do mundo. Dawkins, que também é considerado o maior representante do darwinismo no planeta, teve o seu livro The God Delusion (lançado em Setembro de 2006 nos Estados Unidos) publicado em português no final de Agosto peia Companhia das Letras, com o título Deus, Um Delírio. Trata-se de 528 páginas de puro ressentimento com o avanço da Teoria do Design Inteligente, que está aos poucos conquistando o seu espaço no mundo científico.
O livro não tem nenhuma novidade argumentativa. Nele, Dawkins apenas revisita alguns argumentos antigos do ateísmo quanto à existência de Deus, que para alguns soam como "a parte mais brilhante do livro", mas tratam-se de argumentos que já se mostraram refutáveis há muito tempo. Além disso, Dawkins, que também foi considerado pela revista Times uma das 100 pessoas mais influentes do mundo (por aí dá para ter uma ideia de como anda o mundo), sustenta no livro as suas velhas e fraquíssimas teses, como a de que a j religião (especialmente o judaísmo, o cristianismo e o islamismo) é o maior câncer da sociedade em todos os tempos "porque alimenta a guerra e fomenta o fanatismo".
A única novidade do seu livro mesmo é a subida de tom no discurso, já que Dawkins passa agora a xingar Deus e a fé absurdamente. Leia as seguintes palavras dele em seu novo delírio literário: "Não estou atacando nenhuma verdade específica de Deus: Estou atacando todos os deuses, toda e qualquer coisa que seja sobrenatural, que já foi e que ainda será inventada". Esse discurso não é familiar? É exactamente a definição bíblica do "espírito do Anticristo", do pensamento anticristão que a Bíblia diz que marcaria o período que antecede a Segunda Vinda de Jesus. Esse pensamento já opera em nossos dias: "Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim (a Segunda Vinda de Jesus) sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, o qual se opõe e levanta contra tudo o que se chama Deus ou se adora" (2 Ts 2:3,4).
A obra de Dawkins é uma síntese do que há de pior no fundamentalismo liberal de nossos dias. Veja como ele se refere a Deus em sua obra: "Deus, no sentido da definição, é um delírio; e um delírio pernicioso. (...) O Deus da Bíblia é um dos personagens mais desagradáveis da ficção". Em seguida, ele lista 13 adjectivos pejorativos pesados, blasfemos mesmo, para se referir a Deus. (...)
Como se não bastasse, Dawkins ainda chama de "abuso" o direito de os pais educarem seus filhos segundo a Palavra de Deus. Ele compara literalmente a educação religiosa de crianças ao abuso infantil!
Outros adeptos das truanices de Dawkins acabam de lançar livros também. Veja só os títulos: Tratado de Teologia, de Michel Onfray e Deus não é Grande, de Cristopher Hitchens. Os dois livros, que serão lançados este ano ainda no Brasil, dizem que o maior "obstáculo" e "ameaça" ao desenvolvimento pacífico da Humanidade é a religião, qualquer tipo de religião.
POR QUE O ÓDIO DE DAWKINS?
O problema de Dawkins mesmo é com o Design Inteligente (Dl). O Dl tem provocado debates intensos nos círculos académicos de Biologia, Física, Química e Astronomia nos Estados Unidos há mais de uma década, mas com mais intensidade desde 2005, quando o presidente norte-americano George Bush afirmou, com o apoio de alguns cientistas, que o Design Inteligente deveria ser ensinado nas escolas ao lado do evolucionismo, já que trata-se de uma teoria com argumentos científicos extremamente consistentes.
A tendência, segundo especialistas, é mesmo ter o Design Inteligente brevemente nos currículos escolares norte-americanos de forma oficial, uma vez que o darwinismo, na ânsia de contra-atacar o Design Inteligente, acabou saindo ferido desse confronto e muito desacreditado em alguns círculos científicos. É essa constatação que tem provocado a ira de cientistas como Dawkins, que é o maior representante do darwinismo hoje no mundo, mas que teve muitos de seus argumentos pro-evolucionismo destruídos em livros que, infelizmente, ainda não foram publicados em português. Mesmo assim, já há algumas obras no Brasil que apresentam a fraqueza do darwinismo e que são frutos desse debate intenso nos EUA, tais como E Agora, Como Viveremos?, de Charles Colson e Nancy Pearcey, e Verdade Absoluta, de Pearcey, ambos lançados pela CPAD.
Em outras palavras, Dawkins, considerado o maior especialista em evolucionismo no mundo, e que deveria ser o homem a defender eficientemente a herança darwinista, vendo-se incapaz de fazê-lo diante dos argumentos do Design Inteligente, passou a desferir golpes baixos, como os que se vêem em seu último livro. Puro desespero.
Explorando o facto de neste ano serem comemorados os 200 anos de Darwin, a mídia secular dos EUA e do Brasil tentaram até manter a chama do evolucionismo acesa, com matérias com tom triunfalista pró-darwinismo, como se este se mantivesse inatingível em nossos dias, quando a verdade crua e nua é que o evolucionismo está cambaleando diante do ataque intenso e eficiente, caracterizado por argumentos científicos sólidos, dos proponentes do Design Inteligente que, é importante ser dito, não é só defendido por cientistas religiosos, mas também por cientistas agnósticos e por cientistas que antes se declaravam ateus, porém hoje já se apresentam como agnósticos devido à constatação da força dos pressupostos do Dl.
É importante dizer também que o Design Inteligente não se coaduna totalmente com o criacionismo clássico, que é defendido pela maioria esmagadora dos teólogos conservadores. Porém, o simples facto de já ser um passo enorme, quase Génesis I e 2 sendo ensinados em sala de aula, e também a única forte alternativa contra o evolucionismo (pois tem uma arcabouço científico muito consistente e já amadurecido, com argumentos fortíssimos), tem feito com que muitos evangélicos nos EUA defendam o Dl ser ensinado nas escola. Para desespero dos evolucionistas.
Como vaticinou há pouco tempo um certo cientista evolucionista nos EUA ao ser confrontado pelos fortes argumentos do Dl, tudo leva a crer que, num futuro não muito distante, os cientistas, sem sua busca pela origem da vida, serão comparados a alpinistas que, ao chegarem ao topo da montanha, encontrarão lá os teólogos acampados, esperando por eles há séculos. Para arrepio deles. E é disso que Dawkins tem medo.

Autor do Artigo :
Mensageiro da Paz

2 comentários:

Anónimo disse...

É bom também lembrar que a maioria dos cientistas não - evolucionistas agnósticos não acreditam no Deus antropomórfico, logo não querem ensino religioso para seus filhos. Dawkins é tão manezão quanto os que acreditam que a moral seja uma lei divina e não um fruto da experiência social real. Negar o livre arbítrio assemelha-se a aceitar com total submissão o mal provocado por outras pessoas como se ele fosse divino, e não uma acção humana. Bush, por exemplo, troca a vida de milhares de pessoas, muito mais do que morreram naquelas torres, por petróleo, em nome de Deus, e não em nome das indústrias cujo interesse ele defende, justamente porque é muito mais fácil.

O humanismo é muito mais cabível que o evolucionismo ou o cristianismo.

Costa disse...

O vazio da existência leva o homem a alguns delírios. Somos nosso próprio Céu ou nosso próprio Inferno. A escolha é nossa. Ele fez a dele. Ressentida e amargurada, talvez por não entender o Criador - qual de nós entende, afinal?
Retribuo sua visita e já estou adicionando seu blog aos meus favoritos. Abraço.