23 julho, 2008

Arrebatamento

Este pequeno Artigo que os leitores tem nas vossas mãos é o resultado directo da reflexão na nossa convenção nacional das assembleias de Deus em Portugal , que decorreu em Novembro de 2007 .Ora nesse período o assunto de discussão teológica foi segundo a vinda de Jesus .
Devo dizer também, na introdução deste artigo, que o que agora está diante de vós faz I parte de um trabalho mais extenso. Este trabalho, em que abordo esta questão e as questões que envolvem o Reino milenar de Jesus, será publicado em Setembro do corrente ano, se o Senhor permitir.
Ainda antes de entrar no assunto em questão, devo dizer que este artigo não tem como objectivo atacar ou questionar ninguém. Procuro simplesmente, de uma maneira directa mas clara, expor as minhas mais profundas convicções concernentes à vinda iminente de Jesus. Para além disso penso que as mesmas correspondem ao pensamento das Assembleias de Deus em Portugal (e um pouco por todo o mundo), pois anunciamos a iminente vinda de Jesus.
DIFERENTES ABORDAGENS AO ASSUNTO
O tema da Segunda Vinda de Cristo, que tanto nos entusiasma, pode ser visto por diferentes ópticas e abordagens. Quando falamos, então, sobre o Arrebatamento da Igreja vemos existirem quatro grandes posicionamentos teóricos/teológicos sobre tal evento pré-tribulação; a pós-tribulação; a mid-tribulação e o Arrebatamento parcial.
Nessas várias orientações, não existem diferenças no que concerne ao ensino de que Cristo voltará fisicamente à Terra, para começar o Seu reinado de mil anos. As discrepâncias surgem quanto ao momento em que o Arrebatamento da Igreja de Cristo ocorrerá (em relação à Grande tribulação).
Com efeito, os defensores de cada uma dessas quatro opções escatológicas aceitam que Jesus Cristo é o Filho de Deus, o único meio de salvação e esperam o Seu retorno. Ou seja, podemos afirmar que as diferenças essenciais estão no ponto principal: o momento em que Ele virá buscara Sua Igreja.
PRÉ-TRIBULAÇÃO
Esta posição defende a existência de um período de Tribulação de sete anos] ocorrendo antes da volta física de Cristo à Terra para estabelecer o Seu Reino.
Os cristãos e os santos do Antigo Testamento serão ressuscitados e/ou arrebatados antes desse tempo de Tribulação. Irão ser levados por Cristo à casa do Pai e julgados conforme as suas obras (desde que se tornaram cristãos). Receberão, seguidamente, o respectivo galardão e serão levados às bodas do Cordeiro.
Depois desses sete anos Cristo virá, na Sua gloriosa aparição, para estabelecer o Seu Reino.

MID-TRIBULAÇÃO
É similar à posição anterior, excepto no facto de localizar o Arrebatamento a meio da Tribulação.
Em vez de atribuir uma personalidade humana às duas testemunhas,2esta posição identifica-as como Israel e a Igreja. Os mid -tribulacionistas enfatizam que a primeira metade da Tribulação descreve a ira do homem, que a Igreja irá experimentar. Depois disso, os crentes serão arrebatados, evitando dessa forma a Grande tribulação, ou a segunda metade desse período, ou "a ira de Deus".
Tal orientação assenta em três pontos principais: o Arrebatamento3 ocorre no momento em que as duas testemunhas são chamadas para o Céu, pois afirmam que elas são a Igreja, dando testemunho durante a primeira parte da Tribulação, e que o seu martírio e posterior ressurreição e ascensão ao Céu simboliza o Arrebatamento; equipara o toque da sétima trombeta, referida em Apocalipse, com a última trombeta relatada na primeira Carta aos Coríntios; limita o tempo da ira a três anos e meio.
Primeiramente importa referir que o Arrebatamento da Igreja não é mencionado neste capítulo do livro de Apocalipse. Com efeito, não existe qualquer razão para considerar estas testemunhas como símbolos da Igreja ou Israel. Espiritualizá-las para que tenham esse significado também não é adequado.
Uma análise ponderada do texto leva-nos a compreendê-lo claramente como sendo literal - os detalhes das vestes, as profecias, os flagelos tudo indica que são homens.
O texto faz menção deles como sendo profetas. Para além disso quando são mortos os seus corpos ficam expostos durante um período de tempo definido, numa cidade literal (identificada como sendo Jerusalém).
A narrativa das duas testemunhas deve, evidentemente, ser aceite como literal. Se as testemunhas não passam de símbolos, como podem ser literalmente mortos e jazer em ruas literais? Como é que pessoas de todas as tribos, línguas e nações podem contemplar os cadáveres durante três dias se isto se aplicasse à Igreja?
Este texto basilar da posição mid-tribulacionista tem que ser enormemente espiritualizado para que signifique qualquer outra coisa além de dois seres humanos com "poderes -tipo" do Antigo Testamento, dando testemunho da graça de Deus.
Por outro lado, a sétima trombeta de que se fala em Apocalipse não é a "última trombeta" de que fala Paulo. Equiparar a sétima trombeta de Apocalipse às trombetas de que fala o apóstolo Paulo é, de facto, um dos argumentos mais fortes desta posição.
Surgem, pelo menos, três problemas quando tentamos juntar estes três acontecimentos:
1. O Arrebatamento das duas testemunhas ocorre antes que o sétimo anjo toque a sua trombeta. Assim, o Arrebatamento destas é completado antes que o sétimo anjo surja. Podemos então dizer que a sétima trombeta não tem qualquer ligação com os detalhes do capítulo onze;
2 • Os sete anjos tocam trombetas de juízo e não de bênção, pelo que a sétima trombeta de Apocalipse jamais poderia ser equiparada à trombeta de bênção tocada a propósito da ressurreição e da vinda de Cristo, ensinadas por Paulo;
3. A última trombeta das passagens do Arrebatamento é para a Igreja e não para Israel ou para a humanidade. A trombeta de Deus, ou a última trombeta, é a última chamada de Deus para a Igreja na Terra convocando-a para os seus
primeiros dias no céu. A sétima trombeta, porém, é para Israel e nada tem a ver com chamar pessoas para o céu - é um clarim de juízo sobre a Terra.
Assim, podemos declarar que a posição mid-tribulacionista não tem firme sustentação e deve ser rejeitada, porque espiritualiza textos das Escrituras que devem ser aceites literalmente. Ela tenta destruir a doutrina da iminência da vinda de Cristo ao determinar a data da volta de Cristo (quando o próprio Jesus disse não ser possível fazê-lo). Não é possível encontrar a Igreja do Senhor em nenhuma partes dos capítulos seis e onze de Apocalipse e, por último, porque ignora as inúmeras promessas das Escrituras acerca do Livramento da Igreja no tempo de ira da Grande Tribulação.
PÓS-TRIBULAÇÃQ
Nesta posição a Igreja estará presente na terra e sofrerá toda a Tribulação já que o Arrebatamento é identificado com todos os outros eventos do fim dos tempos.
A Igreja continuará na Terra até à Segunda vinda, no final da presente Era. Ela será elevada às nuvens, para encontrar o Senhor, que veio pelos ares, oriundo do céu no segundo advento, para retornar imediatamente com Ele.
É difícil oferecer uma descrição simples do pós- tribulacíonismo por causa das suas muitas variantes. Basicamente, o pós -tribulacíonismo afirma que Cristo não irá arrebatara Igreja antes da Grande Tribulação.
Esta direcção escatológica está orientada para o ensino de que a Igreja será trasladada depois da Tribulação prevista e, portanto, os seus adeptos crêem que a Igreja deve passar por este período de provação profetizado.
A posição pós -tribulacionista ignora as inúmeras promessas Bíblicas de Livramento da ira da Tribulação. Deus prometeu, pelo menos em quatro textos das Escrituras, que livraria os cristãos da ira futura e é difícil conceber o período da Grande Tribulação como situação diferente dum tempo catastrófico de ira.
Depois esta posição trivializa a segunda vinda de Cristo uma vez que, em vez de ser o mistério bendito e glorioso descrito na Bíblia, torna-se em algo banal já que os cristãos correm para a casa do Pai, dão uma vista de olhos e momentos depois voltam com Cristo na sua gloriosa aparição... Tal interpretação não deixa tempo para que o Tribunal de Cristo e as Bodas do Cordeiro aconteçam, nem para Cristo cumprir a sua própria promessa de levar os crentes com Ele para a casa do Pai. Para além disso mantém a Igreja na Terra durante a Tribulação se plausível.
Por fim, aceitar tal orientação significa "deitar liberalidade das Escrituras, no que concerne ; escatológico, além de destruir completamente a iminência do regresso de Cristo para arrebatar a sua
ARREBATAMENTO PARCIAL
É uma teoria relativamente nova, que podemos: uma espécie de "purgatório protestante". Esta por que os melhores cristãos serão arrebatados n Tribulação e que os outros vão sendo arrebatados à se vão arrependendo e se consagram ao Senhor.
Esta tese argumenta que nem todos os crentes s na translação da Igreja, mas apenas os que estiverem "esperando" por esse acontecimento e tenham nível de espiritualidade que os torne dignos de ser.
A posição do Arrebatamento parcial está basta interpretação errónea do valor da morte de Cristo para pecador da condenação e torná-lo aceitável a Deus, p a sua propiciação, reconciliação e redenção.
O parcialista tem necessidade, para sustentar a sua teoria, de negar o ensinamento do Novo Testamento sobre a unidade do corpo de Cristo. Com é sabido, todos os crentes estão unidos ao corpo do qual Cristo é o Cabeça8. Se o Arrebatamento inclui apenas parte dos redimidos, então o corpo, do qual Cristo é a cabeça, apresentar-se-á desmembrado e desfigurado quando se unir a Ele.
Há, por fim, duas críticas que essa posição do Arrebatamento parcial dos santos merece:
1. Porque confunde Lei e Graça, não fazendo a respectiva distinção; se esse ensino estivesse correcto, o crente dependeria das obras pois o que tivesse feito seria condição para ser aceite no rol dos remidos;
Para que esse ponto de vista seja lógico a Igreja tem que passar pela Tribulação para ser também objecto de julgamento (como acontecerá com o mundo em geral) como preparação para o reino milenar de Cristo. No entanto, como está escrito, a Igreja do Senhor não precisa de ser submetida a tal julgamento, a menos que se retire (como fazem os arautos desta posição) a eficácia à morte expiatória de Cristo.

0 ARREBATAMENTO OCORRERA ANTES DA GRANDE TRIBULAÇÃO
O Arrebatamento da Igreja antes dos momentos de aflição (que caracterizarão o período da Grande Tribulação) é a posição que se coaduna com uma interpretação literal das Escrituras.
Aliás, pode-se facilmente observar que o método literal de interpretação das Escrituras exige um Arrebatamento pré -tribulacionista da Igreja.
Para além desta razão hermenêutica, podemos invocar várias outras com o mesmo propósito - o de justificar a ausência da Igreja de Cristo do tempo do julgamento sobre o mundo.
A primeira razão está relacionada com a natureza da septuagésima semana de Daniel. Existem várias palavras usadas no Antigo e no Novo Testamento em referência ao período da septuagésima semana que descrevem a natureza essencial ou o carácter deste período: Ira9, julgamento, indignação, castigo, hora do julgamento, hora de angústia, destruição, e trevas.
Sabemos que o Senhor Jesus suportou toda a ira e julgamento de Deus em substituição dos pecadores para os ganhar para Si, pelo que não faz qualquer sentido a Igreja passar por um tempo de julgamento e ira de Deus.
A segunda razão é que a doutrina da pré-tribulação é o conceito mais lógico sobre as Escrituras do segundo advento (quando interpretadas conforme o seu significado claro e literal). Este conceito encontra um lugar lógico para cada passagem do segundo advento e permite que o intérprete do Antigo e Novo Testamento estabeleça uma ordem lógica para os eventos do fim dos tempos.
Quando aceites de uma forma literal, as passagens proféticas produzem uma visão pré-milenar do reino, uma visão futurista da Tribulação e um Arrebatamento pré-tribulação.
A terceira razão é porque esclarece, clara e logicamente, os detalhes contrastantes da segunda vinda de Cristo. Jesus não pode, simultaneamente, vir nos ares secretamente para arrebatar a Igreja e publicamente vir à terra.
No conceito pré - tribulacionistas existem dois eventos distintos e separados por um intervalo de tempo: a vinda de Cristo come bênção para a Sua Igreja e a sua volta como juiz.
Por outro lado, permite tempo suficiente para introduzi importantes eventos do fim dos tempos em relação à Igreja, ta como, os crentes serem levados à casa do Pai, passarem pela ' Tribunal de Cristo e celebrarem as bodas do Cordeiro.
É o conceito que permite fazer a diferença entre Israel e a Igreja que faz da bendita esperança do regresso de Cristo um motivo bênção e aceita que Deus, pela sua Palavra, livrará os santos c vindoura, conforme prometeu.
Só o conceito pré-tribulação preserva o poder motivada ensino da iminência encontrado no Novo Testamento, que faz verdadeiro incentivo para a primeira Igreja.
Os apóstolos ensinaram que Cristo poderia vir a qualidade momento e a Igreja tinha ordem para viver à luz da vi iminente do Senhor para levá-la à sua presença. Nalguns ta das Escrituras alerta-se o crente a aguardar o próprio Senhor, a aguardar sinais que antecederiam o seu retorno.
É verdade que os acontecimentos da septuagésima sei lançarão um prenúncio antes do Arrebatamento, mas a ( do crente deve ser sempre dirigida para Cristo e nunca pai presságios.
A doutrina da iminência impede a participação da Ignota qualquer parte da Tribulação e quando a Igreja perde expectativa tende a tornar-se carnal e morrer espiritualmente
À luz dela, o texto da primeira epístola aos Tessalonice capítulo quatro, versos treze a dezoito é considerado mensagem de consolo explicando porque razão os r cristãos em Tessalónica estavam muito perturbados com a r dos seus entes queridos.
SUPOSIÇÕES
Vamos supor que o conceito pós-tribulação seja verdade que poderíamos esperar encontrar nesse texto? Como é que se compara com o que observamos?
Primeiro, esperaríamos que os Tessalónica estivessem alegres com o facto de seus entes queridos esta em casa com o Senhor e não terem de suportar os horror Tribulação. Mas, pelo contrário, descobrimos que eles e sofrer por temer que os seus entes queridos percam Arrebatamento. Só um Arrebatamento pré-tribulação justa essa tristeza.
Segundo, esperaríamos que os Tessalonicenses estilo \ sofrendo por causa da sua própria provação iminente então de entristecer-se pelos entes queridos. Além disto, espera que eles fizessem perguntas sobre o seu sofrimento futuro os Tessalonicenses não têm qualquer medo ou pergunta Tribulação vindoura.
Terceiro, esperaríamos que Paulo, mesmo na ausência interesse ou perguntas dos Tessalonicenses, tivesse oferecido instrução e exortações para um teste (supremo) que faria, em comparação, a presente provação deles parecer microscópica. Mas não há nenhuma indicação de qualquer Tribulação iminente.
Esse texto encaixa-se, assim, no modelo do Arrebatamento pré-tribulação. O que nele está escrito é incompatível com o pós - tribulacíonismo.
A doutrina pré -tribulacionista permite explicar a razão de não haver instruções bíblicas sobre os preparativos para a Tribulação.
Não parece estranho que, apesar da Bíblia ensinar os cristãos a enfrentar os problemas comuns e diários, ela não ofereça absolutamente quaisquer instruções relativas ao pior período que o mundo vai enfrentar, um tempo repleto de eventos terríveis que não foram ainda cumpridos?
Os pré -tribulacionistas têm uma resposta simples: Não estaremos lá! Por isso não são necessárias quaisquer instruções...
Finalmente, um dos aspectos mais extraordinário do mistério revelado acerca do Arrebatamento e da ressurreição dos salvos é a promessa de que a Igreja de Jesus Cristo não passará pelo período de Tribulação. Esta é uma das razões para a Bíblia chamar ao Arrebatamento de bendita esperança. É evidente que não merecemos ser livrados da hora da ira que provará toda a Terra.
No entanto, o Livramento da ira não é baseado no mérito. Ele apoia-se unicamente no que a Bíblia diz: "Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra" (Apocalipse 3:10). Esta é uma das melhores promessas, garantindo o Arrebatamento da Igreja antes da Tribulação. Este texto representa a mensagem de Cristo para uma das suas sete igrejas, a igreja de Filadélfia. Ela deve transcender a pequena igreja da Ásia, à qual ele escreveu, pois a igreja de Filadélfia extinguiu-se e a hora "que há-de vir sobre o mundo inteiro "ainda não chegou.
A palavra "da" significa literalmente "fora de". Deus está dizendo: "farei com que fiques fora da ira vindoura".
Promessa de Livramento: "E esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura "(Tessalonicenses 1:10).
Os salvos não serão submetidos à ira futura: "Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo"( Tessalonicenses 5:9).
Poucas doutrinas bíblicas trouxeram mais esperança para as almas sofredoras durante os últimos dois mil anos do que a bendita esperança - o ensino de que Cristo voltará para buscar a sua Igreja, ressuscitar os mortos e trasladar os crente vivos para estar com Ele, enquanto o mundo sofre a Tribulação.
O apóstolo Paulo apresentou o Arrebatamento como uma verdade preciosa que deveria trazer consolo aos crentes.
O Senhor está voltando.. .ainda hoje talvez?! Por esse motivo é fundamental que estejamos preparados para nos encontrarmos com Ele, que todos nós como Igreja possamos orar: "Ora vem Senhor Jesus".
Nota ---
1«E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador» (Dn.7:27).
2«E darei poder às minhas duas testemunhas, e profetizarão por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de saco» (Ap. 11:3)
3«E depois daqueles três dias e meio o espírito de vida, vindo de Deus, entrou neles; e puseram-se sobre seus pés, e caiu grande temor sobre os que os viram. E ouviram uma grande voz do céu, que lhes dizia; Subi para aqui. E subiram ao céu em uma nuvem; e os seus inimigos viram» (Ap. 11:11-12).
4Cf. Respectivamente, Ap. 11 ;15 e I Co. 15:52 5Cf.lCo15:52;ITs.4;16 6Cf.Rm.5:9;ITs. 1:10; 5:9a Ap. 3:10) 7J014.1-6
8 «Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também. Pois todos nós fomos baptizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito» I Co. 12:12-13); «Porque somos membros do seu corpo, da sua carne, e dos seus ossos» (Ef. 5:30).

9Cf. Ap. 6:16-17; 11:18; 14:19; 15:1-7; 16:1,19; ITs. 1:9-10; 5:9; Sf. 1:15,18) 10Cf. Ap.14:7; 15:4; 16:5-7;19:2 11Cf.ls.26:20-21;34:1-3 12 Cf. Is. 24:20-21 13Cf.Ap.3:10 14CFJr.30:7 15Cf.JI.1:15 16Cf.JI.2:2,Sf. 1:14-18; Am.5:18
17 «Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem,
Deus os tornará a trazer com ele. Dizemo-nos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras». 18Cf.lCo.15:51-54elTs.4:31-18.
Autor do Artigo
Samuel Martins
Pastor Evangélico
Assembleia de Deus em Paris

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